Apartamento a Venda no bairro Centro - Nilopolis, RJ
Apartamento 2 quartos, sala, cozinha, banheiro e área, aceita financiamento bancário! documentaçao toda OK!
Ótima localização: a 500 metros da estação de trem de Nilópolis, ao lado do supermercado Cristal, Em frente a Colégio e academia, farta condução de opções de Ônibus para diversos destinos passando em frente;
Sol da Manhã;
Frente de Rua;
Piso cerâmico, armários no banheiro e na cozinha;
Gas natural encanado;
Garagem Rotativa;
2 Elevadores ;
Piscina;
Sauna;
Play;
Salão de festa;
Biblioteca;
Churrasqueira;
vaga de garagem - Estacionamento parqueado e rodizio;
Escritura, IPTU, Condomínio, RGI tudo ok e desembaraçada para transferência imediata.
Rua General Mena Barreto 355 apt 304, Centro, Nilopolis, RJ, CEP 26.535-330
Aproveite essa oportunidade!
Apartamento próximo a estação de trem de niópolis, mercado cristal, calçadão, escola, farmácias e academias! tudo na porta da casa!
Excelente localização, aproveite!
Conhece Nilópolis? Saiba mais sobre a cidade mais festiva da Baixa Fluminense:
Nilópolis é um município brasileiro da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, no estado do Rio de Janeiro.
É um dos treze municípios da Baixada Fluminense e um dos menores municípios do Brasil, com dezenove quilômetros de extensão, sendo apenas nove quilômetros em perímetro urbano.
Emancipou-se de Nova Iguaçu no ano de 1947, sendo antigo distrito iguaçuano. Atualmente possui o melhor IDH da Baixada Fluminense ocupando o 9º lugar do Estado do Rio de Janeiro.
Um estudo da Embrapa divulgado em outubro de 2017, concluiu que Nilópolis é o município de maior densidade populacional urbana no Brasil, com mais de dezesseis mil habitantes por quilômetro quadrado.[6] Seu nome é uma homenagem ao político brasileiro, ex-Presidente do Estado do Rio de Janeiro e ex-Presidente do Brasil Nilo Peçanha.
História: Nilópolis foi parte integrante da capitania hereditária de São Vicente, que pertenceu a Martim Afonso de Sousa, em 1531, que a dividiu em sesmarias, doando grande parte a Brás Cubas, fundador de Santos, em São Paulo, constando três mil braças por costa do lombo do Salgado e nove mil braças para dentro do rio Meriti, correndo pela piaçaba de Jacutinga, habitada pelos índios jacutingas, em 1568.
Nessa sesmaria incluía-se Nilópolis, São João de Meriti, Nova Iguaçu e Duque de Caxias, até às fraldas do Gericinó, que depois foram transformadas em novas sesmarias e grandes fazendas.
Em 1621, a área denominada Fazenda de São Mateus, veio a pertencer a João Alvares Pereira, tendo os limites até a cachoeira dos engenhos de Francisco Dutra e André S. Mateus, entre a data da Cachoeira (rio Pioim), até parte da serra da Maxambomba (atual Nova Iguaçu).
Em 1637, João Álvares Pereira manda construir a Capela de São Mateus, no alto da colina de Nilópolis, de barro batido (adobe) pelos índios aqui existentes, já escravizados.
Sucedeu a João Álvares Pereira, Diogo Pereira, certamente seu parente, até o ano de 1700, quando as terras passam a pertencer a Domingos Machado Homem, cujo filho o Padre Mateus, casa a irmã Maria Gaga Machado com o capitão Manuel Pimenta Sampaio, em 1742.
Em 1747, a capela de São Mateus é elevada a matriz de São João de Meriti, dando origem à cidade, e recebe a visita do Monsenhor Pizzaro, em 1788, atestando o uso como curada, portanto, pronta para todos os atos da fé cristã.
Falecendo Domingos Machado Homem, casado com Joana de Barcelos, sucede-lhe o padre Mateus Homem Machado, que continuou a administrá-la com engenhos e grande produção de açúcar e aguardente que escoava no Porto da Pavuna.
Quando do falecimento do padre Mateus Homem Machado, do seu testamento consta que a fazenda tinha 1280 braças de terra, que fazem testada no rio Pavuna, que as dividia das terras de Oliveira Braga (engenho Nazaré, o atual bairro vizinho de Anchieta), correndo aos fundos com o rio chamado Cachoeira Pequena (Maxambomba), que divide as terras do capitão Manuel Correia Vasques. De uma banda partem as terras com o engenho da Pavuna, do capitão Inácio Rodrigues da Silva e da outra com terras do capitão Manuel Cabral de Melo e do ajudante Inácio Barcelos Machado.
E, no ano de 1779, seu proprietário é o alferes Ambrósio de Sousa Coutinho. A fazenda atinge seu esplendor com a produção de 30 caixas de açúcar e 14 pipas de aguardente, tendo uma população de 50 escravos sendo a mais importante da região.
O engenho situava-se na atual rua Antônio José Bittencourt (anteriormente rua Coronel Júlio de Abreu) esquina da rua L